O Projeto de Rota de Fuga é o documento de engenharia que desenha os caminhos de evacuação de um prédio, indicando por onde as pessoas devem sair com rapidez e segurança em caso de incêndio ou pânico. Em Campinas, ele é peça obrigatória para liberar o AVCB ou o CLCB junto ao Corpo de Bombeiros e, por consequência, para regularizar o alvará de funcionamento do imóvel.
O caminho prático começa por uma vistoria técnica no local, em que se medem ambientes, corredores, escadas e portas. Em seguida, o engenheiro calcula a lotação da edificação e dimensiona quantas saídas são necessárias e qual a largura de cada uma. Com esses números, traçam-se em planta as rotas de menor distância e contínuas até as descargas finais, prevendo saídas alternativas por pavimento. Por fim, detalha-se a sinalização de orientação e a iluminação de emergência, e gera-se o memorial descritivo. Esse conjunto é protocolado no Corpo de Bombeiros junto ao processo de segurança contra incêndio.
Os documentos típicos são as plantas das rotas, o memorial de cálculo da população e das saídas, o projeto de sinalização e de iluminação de emergência e a ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) registrada no CREA-SP. Os órgãos envolvidos são o Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo (CBMESP), que analisa e aprova o projeto e emite o AVCB ou o CLCB, e a Prefeitura de Campinas, que cobra a regularidade contra incêndio para conceder o alvará. Em ocupações de saúde, a Vigilância Sanitária também pode pedir o comprovante de segurança.
O prazo depende do porte e da complexidade do imóvel, e a validade das rotas de fuga acompanha a do AVCB ou CLCB, exigindo revisão quando há reforma, mudança de uso ou aumento de lotação. A Samoa Engenharia conduz todo o caminho em Campinas e região metropolitana: faz a vistoria, calcula e desenha as rotas conforme as normas vigentes, emite a ART, protocola e acompanha as exigências do Corpo de Bombeiros até a aprovação, além de orientar a instalação física das placas e luminárias.