O Projeto Estrutural Metálico é o conjunto de plantas, cálculos e detalhamentos que define como uma estrutura em aço resiste às cargas e transfere os esforços até a fundação, abrangendo pilares, vigas, treliças, terças, contraventamentos, ligações e bases. Em Campinas, contratar esse projeto significa ter um engenheiro de estruturas dimensionando galpões, mezaninos, coberturas ou edifícios em aço dentro das normas e com responsabilidade técnica formalizada.
Na prática, o caminho começa pela análise da arquitetura, dos vãos e das cargas (cobertura, ponte rolante, equipamentos) e pela leitura da sondagem do terreno. Em seguida, o engenheiro concebe a malha de pilares e vigas, escolhe os perfis mais econômicos (laminados, soldados ou formados a frio) e roda a análise computacional, verificando esforços, deslocamentos, flambagem, estabilidade global e a ação do vento. Por fim, vem o detalhamento de ligações, chapas e bases, com plantas executivas, memorial de cálculo e quantitativo de aço prontos para a fabricação.
Os documentos entregues incluem plantas estruturais, detalhes de ligações parafusadas e soldadas, memorial de cálculo, lista de materiais e a ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) registrada no CREA-SP. Esse pacote é exigido pela Prefeitura de Campinas na aprovação da obra e, quando a edificação envolve risco de incêndio, alimenta o projeto submetido ao Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo. O fabricante usa o mesmo projeto para cortar, furar, soldar e montar a estrutura com precisão.
O projeto estrutural não tem prazo de validade próprio, mas deve ser revisado se a arquitetura, o uso ou as cargas mudarem; a ART acompanha a obra e é necessária até o Habite-se. A Samoa Engenharia conduz todo o fluxo — do estudo inicial à emissão da ART — equilibrando segurança, peso e custo para reduzir o consumo de aço por metro quadrado, atendendo Campinas e a região metropolitana com projetos prontos para prefeitura e para o galpão sair do papel.