Projeto de Estação de Tratamento de Água (ETA) em Campinas e região metropolitana
Concepção e dimensionamento de ETA conforme a ABNT NBR 12216, da coagulação à desinfecção, para entregar água dentro do padrão de potabilidade do Ministério da Saúde — com ART e documentação técnica completa.
O que é Projeto de Estação de Tratamento de Água (ETA)
O Projeto de Estação de Tratamento de Água (ETA) reúne os documentos técnicos que definem como a água bruta captada de rios, represas ou poços será convertida em água potável, segura para o consumo humano. O escopo contempla o dimensionamento e o detalhamento das unidades de coagulação, floculação, decantação, filtração e desinfecção, além da casa de química, da reservação e das interligações hidráulicas. Na Samoa Engenharia, cada projeto é assinado por engenheiro habilitado, com a respectiva ART junto ao CREA-SP.
A norma de referência no Brasil é a ABNT NBR 12216, que estabelece os critérios de projeto das estações de tratamento de água destinadas ao abastecimento público. Além dela, o trabalho deve assegurar o atendimento ao padrão de potabilidade definido pela portaria vigente do Ministério da Saúde, garantindo água adequada sob os aspectos físico, químico, microbiológico e radioativo.
Atuamos em projetos de ETA para sistemas de abastecimento público, condomínios, indústrias e empreendimentos situados em áreas sem rede pública de água tratada. Partindo da caracterização da água bruta e do estudo de demanda, a Samoa define a tecnologia de tratamento mais adequada e dimensiona cada unidade, entregando soluções seguras e econômicas em Campinas e região metropolitana.
Por que você precisa
- Saúde pública: a ETA assegura que a água distribuída atenda ao padrão de potabilidade do Ministério da Saúde, prevenindo doenças de veiculação hídrica.
- Conformidade legal: o projeto dimensionado segundo a NBR 12216 e acompanhado de ART é exigido para o licenciamento e a operação de sistemas de abastecimento, evitando autuações e embargos.
- Economia operacional: um dimensionamento criterioso reduz o consumo de produtos químicos, energia e água de lavagem dos filtros, baixando o custo da estação ao longo de toda a sua vida útil.
- Autonomia de abastecimento: indústrias e empreendimentos em locais sem rede pública passam a contar com fonte própria de água tratada, com qualidade controlada e independência operacional.
Como funciona
Estudo de demanda e água bruta
Levantamos a população ou demanda a atender, o consumo per capita e o horizonte de projeto para definir a vazão, e caracterizamos a água bruta (turbidez, cor, pH, alcalinidade e demais parâmetros).
Definição da tecnologia
Com base na qualidade da água bruta, escolhemos a tecnologia mais adequada — ciclo completo, filtração direta ou dupla filtração — e a concepção geral da estação conforme a NBR 12216.
Dimensionamento das unidades
Calculamos as unidades de coagulação, floculação, decantação, filtração e desinfecção, além da casa de química e da reservação, verificando vazões, tempos de detenção e taxas de aplicação.
Detalhamento, memorial e ART
Elaboramos plantas hidráulicas, estruturais e de processo, fluxogramas, memorial de cálculo, quantitativos e especificações, com emissão da ART junto ao CREA-SP para a obra e o licenciamento.
Por que escolher a Samoa Engenharia
Equipe multidisciplinar
Engenheiros civis, ambientais e sanitaristas integram processo, hidráulica e estrutura em uma única solução de tratamento de água em Campinas e região metropolitana.
Rigor normativo
Projetos dimensionados estritamente conforme a NBR 12216 e o padrão de potabilidade do Ministério da Saúde, com ART e documentação técnica pronta para o licenciamento.
Solução técnica e econômica
Buscamos o equilíbrio entre a qualidade da água tratada e os custos de implantação e operação, otimizando produtos químicos, energia e água de lavagem dos filtros.
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Perguntas frequentes
É o conjunto de unidades e processos que transforma a água bruta captada de mananciais (rios, represas ou poços) em água potável. O tratamento convencional envolve coagulação, floculação, decantação, filtração e desinfecção, dimensionadas conforme a NBR 12216 para atender ao padrão de potabilidade do Ministério da Saúde.
A principal é a ABNT NBR 12216, que define os critérios de dimensionamento das unidades de tratamento de água para abastecimento público. O projeto também deve observar o padrão de potabilidade vigente do Ministério da Saúde, além de normas complementares de hidráulica e de reservação.
Sim. Por se tratar de atividade de engenharia, é obrigatória a emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) junto ao CREA pelo engenheiro responsável. Todo projeto de ETA elaborado pela Samoa Engenharia é acompanhado da respectiva ART junto ao CREA-SP.
A ETA trata a água bruta para torná-la potável e própria para o consumo, enquanto a ETE (Estação de Tratamento de Efluentes) trata o esgoto ou efluente gerado para que possa ser lançado no corpo receptor ou reutilizado dentro dos parâmetros ambientais. São projetos distintos, com normas e processos próprios.
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