A Avaliação Patrimonial (CPC 27) é o trabalho técnico de mensurar os bens que formam o ativo imobilizado de uma empresa — terrenos, prédios, máquinas, equipamentos, instalações, móveis e veículos — segundo o pronunciamento contábil CPC 27, alinhado à norma internacional IAS 16. Quem pesquisa como fazer essa avaliação em Campinas precisa de um laudo elaborado por engenheiro habilitado e acompanhado de ART no CREA-SP, com segurança para fins contábeis, societários e de auditoria.
O caminho prático começa pelo levantamento dos registros: reúna o razão contábil, a ficha de bens (controle patrimonial), notas fiscais, matrículas dos imóveis e fichas técnicas dos equipamentos. Em seguida vem a inspeção física, em que cada item é vistoriado para confirmar existência, estado de conservação e características, conciliando o inventário físico com o contábil. A terceira etapa é a mensuração do valor justo, aplicando o método adequado a cada ativo — comparativo de mercado, custo de reposição depreciado ou capitalização da renda. Por fim, define-se a vida útil econômica, o valor residual e a depreciação, indica-se a eventual necessidade de teste de recuperabilidade (impairment) e emite-se o laudo com a metodologia e a ART.
Diferente de uma licença, esse serviço não é protocolado em um órgão público de aprovação: o laudo é um documento técnico-contábil. Os documentos essenciais são o razão e a ficha de bens, notas fiscais de aquisição, matrículas e plantas dos imóveis e manuais ou fichas dos equipamentos. O órgão de registro profissional envolvido é o CREA-SP, onde se recolhe a ART que respalda o trabalho do engenheiro avaliador; para imóveis e edificações, observa-se a NBR 14653 da ABNT, e o conceito de valor justo segue o CPC 46. O laudo costuma ser construído em conjunto com a contabilidade e a auditoria independente do cliente.
Não há um prazo legal único de validade, mas a recomendação é revisar a avaliação sempre que houver mudança relevante nos bens ou a cada exercício, já que o CPC 27 exige revisão periódica da vida útil e da depreciação. Os usos mais comuns são a adoção do custo atribuído (deemed cost) na transição de balanço, fusões e aquisições, abertura de capital, captação de crédito com garantia real e suporte à auditoria. A Samoa Engenharia conduz todo o processo em Campinas e região metropolitana — do planejamento à entrega do laudo defensável com ART — em integração com as áreas contábil e de auditoria do cliente.