O Projeto do Mapa de Risco Sanitário é o documento técnico que desenha, sobre a planta do estabelecimento, a circulação de pessoas, materiais e resíduos e classifica os ambientes em áreas limpas, sujas e críticas. Ele serve para comprovar à fiscalização que o local controla os riscos de contaminação biológica, química e física exigidos da atividade.
O caminho prático para fazer o mapa em Campinas começa por uma visita técnica ao imóvel, na qual o engenheiro mapeia ambientes, equipamentos e os fluxos reais de trabalho. Em seguida define-se a legislação aplicável ao tipo de operação, classificam-se as áreas por cores e representam-se na planta os percursos de pessoas, insumos e descarte, apontando os cruzamentos indevidos. Por fim, são produzidos o memorial descritivo, o mapa final para afixação e o plano de controle, com a ART registrada no CREA-SP. Com o documento em mãos, ele é apresentado no processo de licença sanitária e fixado em local visível para a equipe.
Os documentos normalmente necessários são a planta baixa atualizada do estabelecimento, o contrato social ou cadastro da empresa, a descrição das atividades realizadas e dados do responsável técnico. O órgão central envolvido é a Vigilância Sanitária (VISA) da Prefeitura de Campinas, com referência nas normas da CVS estadual e da Anvisa; a responsabilidade técnica é formalizada por ART junto ao CREA-SP. Quando a atividade gera resíduos de serviços de saúde ou efluentes específicos, podem incidir também exigências de licenciamento ambiental da CETESB.
O mapa não tem validade fixa em anos, mas deve refletir a realidade do local: precisa ser atualizado a cada reforma, mudança de layout ou de atividade, e recomenda-se revisão anual. Sem ele, ou desatualizado, o estabelecimento fica exposto a autuações e até interdição. A Samoa Engenharia conduz todo o trajeto, da vistoria ao acompanhamento da inspeção, entregando um documento legível, com memorial e ART, pronto para a VISA de Campinas e da região metropolitana.