O Projeto de Loteamento é o conjunto técnico que transforma uma área de terra bruta em lotes urbanos prontos para venda, com ruas, calçadas, drenagem e redes de infraestrutura. Quem pesquisa como fazer um loteamento em Campinas precisa, na prática, vencer três frentes: o projeto técnico, o licenciamento e o registro em cartório.
O caminho começa pela consulta de diretrizes na prefeitura, em que o município informa o sistema viário, os usos permitidos e os percentuais de áreas públicas exigidos para a gleba. Em seguida realiza-se o levantamento topográfico planialtimétrico, base para desenhar quadras, lotes e vias. Com isso pronto, desenvolvem-se o projeto urbanístico e os complementares — terraplenagem, drenagem pluvial, pavimentação, redes de água, esgoto e iluminação. O projeto é então protocolado para aprovação; obtida a aprovação municipal, parte-se para o registro do loteamento no Cartório de Registro de Imóveis, que abre as matrículas individuais e permite a comercialização legal dos lotes.
Os documentos centrais são a matrícula atualizada da gleba, o memorial descritivo do parcelamento, as plantas urbanísticas e de infraestrutura, o cronograma de obras e as ARTs (Anotações de Responsabilidade Técnica) recolhidas no CREA-SP. Os órgãos envolvidos costumam ser a Prefeitura de Campinas (diretrizes e aprovação urbanística), a CETESB (licenciamento ambiental quando o porte ou as restrições da área exigem), as concessionárias de água, esgoto e energia, e o Cartório de Registro de Imóveis da circunscrição do imóvel.
O processo completo costuma levar de 18 a 36 meses, somando projetos, licenciamento, aprovação e registro, e o loteamento só pode ser vendido após o registro em cartório. A Samoa Engenharia conduz o trabalho de ponta a ponta em Campinas e região metropolitana, integrando urbanístico, viário, drenagem, terraplenagem e redes ao licenciamento ambiental, e assumindo a responsabilidade técnica de cada projeto até a abertura das matrículas.