O Controle de Resíduos Sólidos é o conjunto de procedimentos técnicos que uma indústria adota para identificar, classificar e destinar corretamente os resíduos gerados em sua operação, em conformidade com a fiscalização da CETESB no Estado de São Paulo. Quem busca regularizar uma planta em Campinas precisa, na prática, de um PGRS (Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos), de um laudo de caracterização e, quando há resíduos perigosos, do CADRI.
O caminho começa pelo inventário dos resíduos: levanta-se cada material gerado, da linha de produção à manutenção e ao escritório. Em seguida, coletam-se amostras representativas que vão para um laboratório acreditado, onde os ensaios de lixiviação e solubilização definem se o resíduo é Classe I (perigoso), Classe II-A (não inerte) ou Classe II-B (inerte). Com a classificação em mãos, elabora-se o PGRS, que descreve segregação, acondicionamento, armazenamento, coleta e destinação final. Por fim, para os resíduos Classe I, solicita-se o CADRI à CETESB, indicando gerador, transportador e destino devidamente licenciados, e protocola-se toda a documentação.
Os documentos centrais são o laudo de caracterização (conforme a NBR 10.004 da ABNT), o PGRS e o certificado CADRI, todos respaldados pela ART emitida junto ao CREA-SP. Os órgãos envolvidos são, principalmente, a CETESB, que licencia e fiscaliza a gestão de resíduos no Estado de São Paulo, o laboratório acreditado responsável pelos ensaios e os destinos finais (aterros, coprocessadores ou recicladores) que precisam estar regularizados perante o próprio órgão estadual.
O PGRS e o CADRI costumam acompanhar o ciclo de licenciamento ambiental da indústria, sendo exigidos para emissão e renovação da Licença de Operação; a validade e a atualização variam conforme o porte, as alterações de processo e as condicionantes da licença. A Samoa Engenharia conduz todas as etapas a partir de um único ponto de contato em Campinas e região: faz o diagnóstico na planta, coordena a amostragem, elabora o PGRS, solicita o CADRI, responde às exigências técnicas da CETESB e capacita a equipe na segregação correta, sempre com ART.